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01 de setembro de 2008
Gilmar Sprung, presidente da Cativa, comemora o crescente faturamento da empresa, que até julho deste ano já tinha aumentado 21% Cativa Têxtil completa 20 anos de atividades e têm bons motivos para comemorar

Nascia em 1º de setembro de 1988, em Pomerode (SC), através da iniciativa da família Sprung, o que hoje se tornaria em uma das maiores empresas têxteis do País. Naquela época, com apenas quatro máquinas e, muita força de vontade, começaram a confecção e comercialização de camisetas. Ao longo dos anos, o negócio foi crescendo e se profissionalizando cada vez mais. Na coletiva de imprensa organizada pela Cativa no dia 28 de agosto, na sede da fábrica, a diretoria contou o caminho percorrido para se chegar onde está e, os projetos da empresa para os anos vindouros.
Durante o encontro e, na presença de cerca de 30 jornalistas de vários estados brasileiros, membros da diretoria apresentaram planos e estratégias para posicionar a Cativa entre as 150 melhores empresas do País para se trabalhar. Dentre os projetos, já está em andamento a ampliação do parque fabril de Pomerode e investimentos na unidade de Apiúna. A intenção da empresa é comercializar seus produtos em todas as cidades brasileiras com mais de 10.000 habitantes até 2012.
“Nos últimos quatro anos aumentamos o faturamento em decorrência dos ganhos de produtividade e do valor que agregamos ao produto Cativa”, declara Gilmar Sprung, presidente da empresa. E almeja: “Nós próximos anos, vamos estar entre as quatro empresas referência no ramo têxtil do Brasil”. Dirigida pelos irmãos Valci (E), Gilmar e Cátia, a Cativa adota um modelo de transparência na gerência
Detentora de onze marcas, as quais cinco delas representam os licenciados (Fido Dido, Tom e Jerry, O.P, Penélope e Exco Oil), correspondendo a 30% do faturamento total, a Cativa Têxtil anunciou uma nova aquisição. A novidade para 2009 é sobre os direitos de Mickey Mouse e sua Turma que em janeiro estampam os produtos da empresa.
A meta da empresa é aumentar sua atuação em regiões como o Norte e o Nordeste, estados onde a Cativa alcançou um crescimento em vendas de 31%. De acordo com Cátia Maria Sprung, diretora comercial, os números apontam para um mercado promissor. “Respeitamos as particularidades do consumo dos nordestinos. A diferença no clima e na cultura, com atenção ao calendário festivo deles, são levados em consideração quando lançamos uma coleção”, explica Cátia. A diretora comercial enfatiza que são feitos estudos bastante apurados sobre o comportamento de quem vai usar determinada roupa, observando os usos e costumes de cada região. “Nós não ditamos moda. O que fazemos é coordenar nossos produtos às necessidades dos nossos consumidores”, afirma.
Em uma visita à fábrica, os jornalistas puderam acompanhar de perto todo o processo de fabricação das peças. A Cativa possui equipamentos que trabalham desde a fiação até o produto final. O único serviço terceirizado pela empresa é a costura. Com o uso de maquinários com tecnologia de ponta, a fábrica lança quatro coleções anuais e cerca de 700 mil peças são produzidas mensalmente. “Cada uma das marcas é focada em um público específico, mas nosso maior público é o feminino, chegando a 50% do faturamento”, conta Gilmar Sprung.

Senso de responsabilidade


Graças à estação de tratamento de efluentes, certificada pela legislação brasileira, a água devolvida ao rio é mais limpa do que a água coletada Não só de produtividade vive a Cativa, mas também de um senso de responsabilidade social e ambiental muito acentuado. A empresa está engajada em programas de sustentabilidade, dentre os quais destaca-se uma estação de tratamento de afluentes e efluentes. Reciclagem, substituição da madeira pelo cavaco, coleta de óleo de cozinha e de pilhas e baterias, projeto “Plante sua Árvore” são algumas das ações que continuamente são adotadas pela empresa, com a participação direta de seus colaboradores. Foi graças aos investimentos em sustentabilidade na unidade de Apiúna que a Cativa vai receber oficialmente no dia 8 de setembro o prêmio Fritz Müller, destinado a condecorar as empresas que se destacam em projetos ambientais.
No âmbito social, participa de projetos e forma parcerias para melhorar a realidade da comunidade em que está inserida. Entidades como a APAE de Pomerode são beneficiadas, bem como escolas públicas, o hospital da cidade, o clube de futebol, a equipe de vôlei feminina, além da própria participação dos colaboradores junto a entidades assistenciais. A exemplo disso, o projeto "Sorriso" é formado por um grupo que leva alegria e solidariedade à hospitais e asilos. A Cativa também recebeu o selo Abrinq, pelo seu investimento no desenvolvimento da criança e, foi reconhecida como Empresa Amiga dos Animais, devido as ações de revitalização do Zôo de Pomerode.
Diante de todos esses investimentos, a empresa sempre buscou prestar o melhor atendimento aos seus colaboradores e, demonstra sua preocupação em oferecer um ambiente adequado para se trabalhar. “Para que possamos alcançar o ideal almejado, queremos inicialmente que nossos colaboradores se sintam diferenciados em relação às outras empresas”, conta o presidente da Cativa. Com a implantação de uma rádio interna, os funcionários ficam informados de todos os acontecimentos e das decisões tomadas pela direção da empresa. “É mais um canal para estreitar laços. Manter o bem-estar do colaborador, para que ele se sinta em casa, numa grande família, é nossa intenção”, ressalta Sprung. Com cerca de 600 funcionários, a Cativa investe nos seus colaboradores como seu maior patrimônio
 A Cativa Têxtil projeta dobrar em tamanho nos próximos quatro anos. Todos esses investimentos vêm para consolidar a empresa com referência no mercado têxtil e posicioná-la entre as maiores do mundo. A missão, os valores, a visão e os negócios vão ao encontro de um único objetivo: “provocar desejo”. O posicionamento estratégico visa oferecer um melhor produto, despertar o desejo nos consumidores, com o aumento da produtividade, e, conseqüentemente, do faturamento. Enquanto isso, ao longo desses 20 anos de história, a empresa buscou incentivar aquele que considera seu maior investimento: o patrimônio humano.

Fotos: Ricardo Silva/Photuspress
Última Atualização ( 02 de setembro de 2008 )
 
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