| Segundo o Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pela instituição, o crescimento econômico |
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| 29 de junho de 2009 | |
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A fraca atividade exibida pelo parque industrial brasileiro, até agora, apesar das desonerações e das várias medidas de incentivo concedidas pelo governo, levou o Banco Central a rever as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) este ano.
Segundo o Relatório de Inflação, divulgado trimestralmente pela instituição, o crescimento econômico do País deve fechar o ano com alta de 0,8%, uma redução de 0,4 ponto percentual sobre o projetado no documento anterior. Pelas projeções do BC, que conta com a manutenção dos juros básicos em 9,25% ao ano, o PIB deve ser puxado principalmente pelos setores de serviços e comércio. Boa parte do avanço, ainda conforme a autoridade monetária, estaria baseada nas ações do governo, que permitiriam uma expansão de 2,8% do consumo público - no último relatório a previsão era de alta de 2,4%. Para a construção civil, no entanto, a estimativa é de contração de 0,5% - até maio, o banco previa incremento de 2,7%. O relatório revela ainda que há margem residual para um processo de flexibilização da política monetária, apesar da necessidade de se manter uma "postura cautelosa, visando assegurar a convergência da inflação para a trajetória de metas". O diretor de Política Monetária do BC, Mário Mesquita, previu ainda que, graças às políticas anticíclicas adotadas pelo governo, a massa salarial deverá registrar elevação de 2,5% no ano. Apesar do tom otimista, o relatório projeta uma pequena redução no crescimento do consumo das famílias, de 1,6% previsto no último relatório para 1,5% no atual. "Do ponto de vista do consumo, há um quadro positivo. O mercado de trabalho não sofreu o baque esperado depois da crise mundial", disse Mesquita. Fonte : Portal Jornal do Commercio Jornalista responsável pela publicação da matéria no site Guia Têxtil: Marli Rudnik (SC 484 JP) / New Age Comunicação |
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