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Moda Inclusiva: lingerie para todos

Aproximadamente 45,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, segundo o último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar dos números expressivos, as pessoas com deficiência ainda enfrentam problemas simples, como a falta de uma roupa adequada às suas limitações, a chamada moda inclusiva.

A moda inclusiva

A lingerie não está ligada somente à parte íntima da mulher, mas também à capacidade dela de se sentir sensual, atraente e, com isso, mais confiante e segura de si.

Roupas são adaptadas para os mais diversos tipos de deficiência física. É por isso que a moda inclusiva tem como objetivo facilitar o dia a dia e garantir autonomia aos deficientes físicos. Mesmo que funcional, a moda é capaz de criar identidade e integrar um indivíduo socialmente, de forma adequada a cada ocasião.

Uma moda abrangente, humanizada e acolhedora. A Moda Inclusiva já é um foco de estilistas na Europa e Estados Unidos. O Brasil começa a despertar para a ideia e vislumbrar este tipo de vestimenta não só como parte de um processo de inclusão, mas também, como uma boa oportunidade de negócios.



O casting dos desfiles apresenta um padrão de beleza que não foca em momento algum a moda inclusiva e real – plus size, pessoas com deficiência ou qualquer outro padrão que não seja compatível com o que as passarelas ditam.


Mercado

De acordo com o Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá, segundo maior polo de vestuário do país, não existe nenhuma fábrica no Brasil especializada em moda inclusiva para deficientes físicos. Tampouco existe uma fábrica especializada em lingerie para deficientes visuais, segundo as pesquisadoras da UEM.

O alto custo dos materiais e da produção das peças, além da baixa procura são apontadas como as causas para a falta de interesse dos fabricantes em produzir as peças funcionais.



Atualmente, marcas europeias fazem peças para pessoas com deficiência. Mas o preço por lá também é alto.


Case Uye Surana

Criada em Nova York, a marca tem produção local e conta com peças feitas à mão. O seu objetivo principal é a inclusão: a designer Monica Wesley desenvolveu uma tecnologia que combina conforto com flexibilidade, de forma que cada peça se adapta perfeitamente aos diferentes tipos de corpo. No total, são 40 tamanhos variados, todos com elásticos de alta performance no lugar de bojos e arames, o que garante sustentação e um uso sem incômodos.

Incluir é legal, justo e faz bem tanto para quem inclui quanto para quem é incluído. Permita-se conhecer novas realidade e novas necessidades!

Matéria do Blog da Zanotti!

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